quinta-feira, 7 de junho de 2012

domingo, 1 de maio de 2011

2011 deixou lembranças

Os murais do colégio estão decorados pelos trabalhos expostos dos alunos realizados nas aulas de artes

 

Festa Julina com festival de quadrilhas



























Sala de Informática em funcionamento









A partir da necessidade em atender o currículo mínimo da Secretaria Estadual de Educação e sentindo os problemas que seus alunos tinham em relação à leitura, a professora Luiza, de Língua Portuguesa, deixou que eles mesmos escolhessem os livros que leriam e pediu que  fizessem pequenas resenhas dessas leituras.


Nome: Maiara Elana F. Moraes
Turma: 2002
Prof.: Luiza

RESENHA: O MELHOR DAS COMÉDIAS DA VIDA PRIVADA

            O livro “O melhor das comédias da vida privada”, de Luiz Fernando Veríssimo, é como o título já diz: conta algumas histórias do dia a dia que são engraçadas e embaraçosas. O livro é ótimo porque nele há histórias que se parecem com as do nosso cotidiano. Sempre divertido, é um livro que não precisa ser lido totalmente para ser compreendido, mas por serem histórias divertidas você acaba lendo todas. O livro me fez lembrar que nem sempre as nossas “histórias da vida” acabam como a gente imagina que elas vão acabar, mas nós sempre rimos das situações no final.

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Nome: Jamilly Gomes Borges
Turma: 2001
Prof.: Luiza

RESENHA: LITERATURA COMENTADA: CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

“E eu não sabia que minha história
era mais bonita que a de Robinson Crusoé”

            O livro Literatura Comentada – Carlos Drummond de Andrade traz a vida e as principais obras do escritor. Relata a história de um menino nascido em uma pequena cidade chamada Itabira do Mato Dentro, filho do fazendeiro Carlos de Paula Andrade e de Julieta Augusta Drummond de Andrade, que nem imaginava que se tornaria um grande e tão importante escritor de nossa literatura.
            O livro possui 179 páginas, foi publicado no ano de 1998 pela Editora Nova Cultura.
            Dentre alguns poemas, um me chamou bastante a atenção, que é o Igual-Desigual, onde o poeta enfatiza a ideia de que tudo é diferente, tudo é impar, como ele mesmo descreve em um trecho do poema.

“Ninguém é igual a ninguém.
Todo ser humano é um estranho ímpar.”

            Depois de várias obras e títulos recebidos, Drummond falece em 17 de agosto de 1987, aos 87 anos, com uma história de vida que o deixaria eternizado. Vinte e quatro anos se passaram desde a sua morte, mas Carlos Drummond de Andrade é lembrado até hoje como um dos maiores escritores da Literatura Brasileira.

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Nome: Lucas de Oliveira do Nascimento
Turma: 2001
Prof.: Luiza

RESENHA:   SUSSURRO – BECCA FITZPATRICK

            A história do livro começa em 1565, quando um amigo caído “pede” um favor a um duque, um favor que iria ser cobrado mais tarde.
            A partir daí, o tempo passa e conhecemos Nora Grey, personagem principal do livro, e sua amiga Vee. Nora, na aula de Biologia, conhece Patch, um garoto de olhos negros e assustadores. “Os olhos de Patch eram como órbitas negras. Absorviam tudo e não devolviam nada”. Após esse dia, fatos sinistros começaram a acontecer: como a aparição de um homem mascarado no meio de uma estrada chuvosa. Nora o atropelara, mas ele a atacou depois, como se nada tivesse ocorrido, e depois fugiu.
            O livro é da Editora Intrínseca – 2010, contem 259 páginas de ótimo ritmo e uma pitada excelente de suspense que faz com que você não queira parar de ler.

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Nome: Mariana Serrano Cardoso da Costa
Turma: 2005
Prof. Luiza

RESENHA:    A MENINA MAIS FORTE DO MUNDO

Título original: The strongest girl in the world
Autora: Sally Gardner
Páginas: 100
Ano: 2006
Editora: Rocco Ltda.
Tradução: Vanessa Marinho
Preço: entre R$ 10,00 e R$ 20,00

            O livro conta a história de Júlia Junqueira, de oito anos, que de uma hora para outra ganhou uma força incrível, sendo capaz de levantar um carro como se fosse uma mochila de escola.
            No começo, as pessoas não acreditaram no poder que Júlia recebera, mas ela torna-se notícia quando usa o seu truque para evitar que uma caminhonete causasse um grave acidente. Porém, a fama não era nada do que Júlia imaginava – ela foi obrigada a se separar dos pais, seus poderes só serviam para desafiar inúteis e, o pior, não podia nem pensar em abandonar o Show Business, graças às armações de seu insensível empresário, o Sr Dois-Ternos. Então Júlia, com a ajuda de seu irmão Luís, enfrentam um desafio para voltar para casa.
            A história é linda e cheia de magia, mostra que nem sempre fama e dinheiro são tão bons quanto mostram ser, e que a família pode ser uma grande aliada, e é sempre mais importante do que sucesso. A linguagem é fácil de entender e a leitura é rápida (apenas 100 páginas).
            O livro faz parte da coleção Aventuras \encantadas, que conta com mais quatro livros, todos escritos pela autora londrina Sally Gardner, que tem uma história de vida tão bonita quanto seus contos. A dislexia fez com que só aprendesse a ler e escrever com 14 anos, mesmo assim, conseguiu uma das notas mais altas de uma faculdade de Artes inglesa.
            Vale a pena ler uma história tão simples, mas ao mesmo tempo tão encantadora.

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Nome: Raquel Batista
Turma: 3004
Prof. Luiza

RESENHA DA OBRA:   A FILHA DO PECADO

Gonçalves, Antônio (Espírito)
A filha do pecado/ pelo espírito Antônio Gonçalves;
(Psicografado por) Adeilson S. Salles
Editora CEAC, 2006, 238 páginas, 3ª edição
Bauru, SP.

            Este é um livro dividido em 26 capítulos, englobando conceitos de espiritismo, psicografia, misturado com romance e ação, pois o espiritismo é um assunto que vem sendo muito debatido no Brasil, e tem tido uma grande repercussão por causa do número de adeptos que vem crescendo cada vez mais, e pelas divergências com outras religiões.
            O livro busca divulgar o espiritismo e a forma como é visto pela sociedade; também se preocupa em passar os valores de uma sociedade discriminativa, onde mães solteiras são tachadas como prostitutas, e a impunidade “rola solta”, envolvendo a madre superiora de um convento e o diretor geral de um sanatório.
            O fato do livro abordar a história do espiritismo não me interessa muito, porém a trama onde mãe e filha se desencontram de uma forma trágica e se reencontram numa situação nada favorável para as duas, é muito interessante, pois percebe-se que na vida, seja qual for a sua crença, só alcançam seus objetivos aqueles que buscam e perseveram.

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Nome: Bruna Moreira
Turma: 3004
Prof. Luiza

RESENHA:   SINAIS DE ESPERANÇA

            O livro “Sinais de Esperança” foi escrito por Alejandro Bullón, conferencista internacional e reconhecido líder espiritual. Ele viaja pelo mundo apresentando Jesus Cristo como fonte de salvação e esperança.
            Este livro contém 11 capítulos e 110 páginas, que nos faz pensar que entre todos estes acontecimentos catastróficos como terremotos, furacões, fome, violência, ainda temos alguém que acima de tudo e de todos estes acontecimentos, nos traz esperança de que tudo algum dia irá terminar.
            No final de cada capítulo, o autor enfatiza e diz que só nós temos a resposta se iremos continuar entre tantos acontecimentos, ou se iremos nos preparar para o consolo eterno.

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Nome: Thais Pinheiro
Turma: 2005
Prof. Luiza

RESENHA DE “O PEQUENO PRÍNCIPE”

            No livro “O pequeno príncipe”, publicado pela Editora Agir, o autor Antoine de Saint-Exupéry começou o livro dedicando-o a um adulto, o que surpreende e desperta curiosidade nos leitores, pois muitas pessoas acham que se trata de um livro dedicado ao público infantil.
            O livro conta a história de um piloto de avião que certo dia teve uma pane e foi obrigado a fazer um pouso de emergência no Deserto do Saara. Ele ficou muito preocupado porque com ele não havia nenhum mecânico, a água que tinha iria durar pouco e estava longe da população. Até que aparece um pequeno menino que faz despertar um misto de sentimentos no homem.
            Este livro não foi feito para crianças e sim, para fazer as pessoas redescobrirem as crianças que tem dentro de si. Faz despertar nossa imaginação, nossa sensibilidade e nos dá ânimo pra sonhar e correr atrás de nossos objetivos.
            O autor consegue, em 93 páginas, nos fazer viajar dentro de nós mesmos e enxergar nas estrelas, nas flores, nos animais um planeta só nosso. Na verdade, nos faz voltar a ser crianças e viver por um momento, um conto de fadas.


Dias Perfeitos / Dias Imperfeitos
Partindo da ideia que ler é interagir com o discurso do outro, quando nos deparamos com um texto estamos conversando com seu autor. Então deve ser para isso que lemos: para termos o quê e com quem conversar.
Trabalhando essa intertextualidade, a professora Janice leu com a turma 3007, a Crônica, Dias Perfeitos, de Cecília Meireles. Após reflexão, concluíram que, parafraseando o texto lido, Dias Imperfeito daria uma ótima crônica.

Dias imperfeitos
Dias imperfeitos são aqueles em que você tem que acordar às sete horas da manhã para estudar para as provas ou fazer trabalho.
Dias imperfeitos são aqueles em que você chega a escola e tem prova ou algum teste surpresa.
Dias imperfeitos são aqueles que você não pode chegar atrasado à escola, mas os ônibus não param pra você.
Mas os dias que são mais imperfeitos são aqueles em que você chega ao colégio para saber as notas  que não estão tão boas assim, não poder sair cedo, ainda fazer uma prova surpresa e uma redação sobre “Dias imperfeitos”.
Dia imperfeito vai ser quando recebemos as notas finais.
Daniel Gomes

Dias imperfeitos
Dias imperfeitos são esses em que nos estressamos com pequenas coisas que realizamos em nosso dia a dia.
Dias imperfeitos são aqueles em que temos que realizar tarefas só para obedecer ao pai e à mãe.  
Dias imperfeitos são esses em que temos que vir para a escola para ter que aturar as “zoações” dos colegas.
Dias imperfeitos são esses que você trabalha, quando está indo para casa pega engarrafamento na volta.
Dias imperfeitos são esses que temos que pegar nosso salário e “torrar para pagar dívidas”.
Gabriela de B. Martins

Dias imperfeitos
Os dias imperfeitos são aqueles que você acorda com vontade de fazer tudo e não pode, ou por uma coisa ou por outra.
Dias imperfeitos são aqueles que você sente a falta de uma pessoa e não pode vê-la, pela distância.
Dias imperfeitos são aqueles que você toma uma decisão e na hora de executá-la não tem coragem.
O dia imperfeito é aquele que você planeja não ter em toda a sua vida, mas ele acaba chegando e parece que se repete.
Os dias imperfeitos são aqueles que você não gosta de lembrar, não quer saber de nada e não se sente bem pra falar com ninguém.
Parece que nesse dia acontece tudo de errado: o ônibus quebra, alguém te dá um fora, você perde o celular, tira zero na prova, quebra uma unha, tem aula chata, toma outro fora...
Esse é um típico dia imperfeito!
Jeanne Rodrigues Silva

Dias imperfeitos
Dias imperfeitos são aqueles que você precisa acordar às 9:00 e acaba acordando às 11:00, corre pra chegar à escola cedo e consegue. Mas não tem aula nesse dia.
Dias imperfeitos são aqueles que você tem um final de semana pela frente e acaba pegando uma dengue braba, fica de cama sábado e domingo e na segunda melhora pra ir à escola.
Dias imperfeitos são aqueles que você junta uma grana por três semanas pra ir numa final de futebol e o seu time perde pro seu maior rival, sou vascaíno.
Dias imperfeitos são esses que você esquece a chave dentro de casa, fica o dia inteiro “preso” na rua e só consegue entrar às 10:00 da noite.
Dias imperfeitos são esses que você deixa o portão aberto, seu cachorro foge, você vai atrás dele e acaba quebrando o braço por acidente.
 É, esses são dias imperfeitos!
Lucas  de Oliveira Freitas


Trabalho leitura, produção de texto e desenvolvendo valores

Após a leitura oral do texto O Ciúme, de Lygia Bojunga Nunes, a profª.  Janice, de Língua Portuguesa, solicitou que a turma 1021, noturno, interferisse no texto, dando um fim, com coerência.
 1. Texto da autora

CIÚME
Eu tinha 9 anos quando a gente se encontrou: o Ciúme e eu.
Era verão. Eu dormia no mesmo quarto que a minha irmã. A janela estava aberta.
De repente, sem nem saber direito se eu estava acordada ou dormindo, eu senti direitinho que ele estava ali: entre a cama da minha irmã e a minha. A noite não tinha lua nem tinha estrela: e quando fui estender o braço pra acender a luz ele não quis:
“Me deixa assim no escuro.”
Que medo que me deu.
Senti ele chegando cada vez mais perto. Fui me encolhendo.
“Pega a minha irmã” eu falei. “Ali, ó, na outra cama. Eu sou pequena e ela já fez 14 anos, pega ela! Ela é bonita e eu sou feia; o meu pai, a minha mãe, a minha tia, todo mundo prefere ela: por que você não prefere também?
Mas o Ciúme não queria saber da minha irmã, e eu já estava tão espremido no canto(a minha cama era contra a parede) que eu não tinha mais pra onde fugir, então eu pedia e pedia de novo:
“Ela é a primeira da turma e eu tenho horror de estudar, olha, ela tá logo aí; e ela é tão inteligente pra conversar! Ela diz poesia, ela sabe dançar, o pai tá ensinando inglês e francês para ela e diz que pra mim não vale a pena porque eu não presto atenção, então você pensa que eu não vejo o jeito que o meu pai olha pra ela quando todo o mundo diz que encanto de moça que é a sua filha mais velha?  Pega, pega, PEGA ela!”
“Não. Eu quero é você.”
E o Ciúme disse aquilo com uma voz tão calma eu fui me acalmando. E o medo meio que foi passando.
“Bom” eu acabei suspirando “pelo menos tem alguém que gosta mais de mim do que dela.”
E aí o vento do mar entrou pela janela, soprou no Ciúme e apagou ele feito vela.
Lygia Bojunga Nunes


 2. Textos dos alunos
As melhores produções dos alunos compartilhamos com vocês:

Continuação da história...
Então, o Ciúme entrou em mim e ficou bem guardado.
Certa vez, ela voltou a sentir Ciúme e ele voltou a visitá-la. “Nós já conversamos! Eu estava tão quito dentro de você, adormecido e você volta a me chatear por causa da sua irmã. “O que foi dessa vez”, disse o Ciúme. ” É que ela vai se casar e todos só prestam atenção nela”. E então disse o Ciúme. “Não volte a me atazanar! Deixa eu descansar em paz, não quero que você desperte a inveja também! Um dia vai chegar a sua vez”.
Eu já não sabia o que fazer e então ele voltou a dizer “pense bem, com a sua irmã se casando, você vai ter toda a atenção” Eu me conformei e disse “é verdade, agora eu vou ter a atenção como sempre quis.
A partir desse dia, nunca mais o percebi e sempre durmo com a luz apagada.
Bruno O. de A. Nunes

Continuação da história...
No dia seguinte, quando fui dormir, parei e o perguntei quando ele me deixaria só quando eu percebesse uma coisa muito importante. E então sugeriu que me olhasse no espelho, e falasse a mim mesma as minhas qualidades. Assim, percebi que eu também tinha qualidades e não as enxergava graças ao Ciúme que em mim habitava. Assim também aprendi a gostar mais de mim, pude enxergar que os outros também me amavam, mas eu só poderia enxergar quando aprendesse a me amar. A partir desse dia, nunca mais o percebi e sempre durmo com a luz apagada.
Natalia Machado Lima

 Continuação da história...
                Então, o Ciúme entrou em mim e ficou bem guardado. Fazendo com que cada vez que uma pessoa elogiasse minha irmã eu ficasse com mais Ciúme. Porque ela sabia fazer tudo e eu nada. Todas as pessoas davam atenção só pra ela e o ciúme ficou pior quando ela começou a namorar um garoto que eu gostava. Mas, ele não me dava atenção, quando eu estava perto da minha irmã parecia que eu não existia, porque ela além de ser mais inteligente era mais bonita do que eu. O tempo passou. Eu comecei a namorar e percebi que as pessoas gostavam de mim também, mas eu tinha que começar a gostar de mim primeiro. Depois que percebi isso vi que o Ciúme era coisa da minha cabeça.
                A partir desse dia, nunca mais o percebi e sempre durmo com a luz apagada.
Paulo Roberto S. Pereira



      Aposentadoria de professores
No mês de maio/2011 aposentou-se a Profª Maria da Paz. Curiosamente ela entrou no Raja na mesma data que o profº Jessé 18 de junho 1999. Foi profª de Filosofia, Sociologia e História. Trabalhou também como Coordenadora Pedagógica.
Ela nos contava a sua dificuldade para estudar e sua grande luta e persistência para conquistar o seu espaço. Sempre tinha uma palavra de apoio aos alunos quando estavam em dificuldades.

No mês de março/2011 aposentou-se o Profº Jessé Reis, com 11 anos e meio de sala de aula no Raja, transmitindo seu conhecimentos e suas experiências vividas com sabedoria. Ele nos deixou uma mensagem, que agora relato.

"Não tenha medo de mudar,não importa sua idade ou sua condição. Que o sonho da sua vida não seja apenas se aposentar. Se você está aposentado, que seu sonho não seja morrer tranquilo; envolva-se em outros projetos, mesmo que voluntários, para ajudar pessoas, para legar sua experiência a novas gerações".
Com um forte abraço,
me despeço
Jessé Reis

Semana da Mulher
No mes de março/2011,  foi desenvolvido um trabalho com várias turmas, sobre tema: A luta pela igualdade através da história, da Princesa Isabel à Presidenta Dilma.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Semana de Integração

Nesta 1ª Semana letiva todos os professores trabalharam o bullying.
Este trabalho teve início na verdade no ano passado e foi publicado no nosso jornal: Raja (da) notícia. O texto que foi trabalho com algumas turmas: Bullying: o que é isso? Como isso pode afetar a qualidade de vida de alguém?